quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Diário de uma nova vida

Nome: Diário de uma nova vida.
Shipper: (X) Seddie ( ) Jathan
Sinopse: 
Depois de seus pais terem morrido drasticamente em um acidente de carro, Sam terá que se mudar para Seattle, já que não tem família em Washington. Sam escreve tudo o que acontece com ela em seu pequeno diário que ela o guarda como se fosse um tesouro. Ela odeia essa ideia de ir para um lugar longe de Washington, mas vê um único lado bom que é conhecer sua amiga virtual Carly pessoalmente. Depois de sua mudança para Seattle, sua vida muda totalmente, e ela que não acreditava no amor, irá descobrir como é se sentir apaixonada.
Autora: Antônia Beatriz [minha Bia], com ajuda da Julyeta/Diandra → eu. 
Link da cmm onde está sendo postada: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=100312440&tid=5691197822334475892


POV SAM: Querido diário, Já fazem algumas semanas desde que meus pais morreram em um acidente de carro, e como eu e minha irmã não temos familiares aqui em Washington teremos que nos mudar para Seattle e morar com a nossa tia Lucy. Vou confessar que a dor em meu coração vem sumindo aos poucos, bem pouco mesmo, ás vezes me encontro a chorar no meio da noite jogada no chão frio do banheiro fazendo coisas de que não me orgulho. Enquanto a dor do meu coração vinha sumindo, outra chegava em se lugar, a dor em meus pulsos, e o que mais me doía era que eu mesma a provocava. Era disso que eu me referia de não me orgulhar, mas eu não consigo fazer nada para mudar essa situação, juro que não queria me mutilar, mas isso foi mais forte do que eu. Mas, pelo menos o único lado bom de
ir para um lugar mais de 3000 quilômetros daqui é eu conhecer pessoalmente a Carly, ela é minha amiga virtual á 1 ano e alguns meses. Nunca pudemos nos conhecer antes por causa da distância e também porque eu nunca
contei para meus pais sobre a existência dela. A mãe da Carly tinha morrido quando ela tinha 7 meses de idade, o pai dela trabalha na Marinha, e sempre viaja e o seu irmão Spencer nunca está á toa, ele é escultor, então ás vezes
ele está esculpindo, comprando materiais para suas esculturas, na casa do seu amigo Meião (sim, Meião) ou fazendo coisas do cotidiano, mais alguns motivos por que não nos conhecemos.
- SAAAAM ! – Escutei a voz enjoada da minha cópia patricinha me gritando. 
- QUIÉ? – Respondi gritando também, quase no mesmo tom. 
Escutei alguns passos subindo a escada e depois o barulho da porta se abrindo, olhei para porta e era a Melanie, minha gêmea. 
- Olha só patricinha, eu já disse que é para bater na porta
antes de entrar. 
- Se eu batesse na porta você correria e a trancaria 
- Exatamente. - Fechei meu diário e me levantei da cama colocando-o em cima da mala para não esquecê-lo. 
- Ah Sam, para de graça, se anime! Vamos logo, o táxi já
chegou para nos levar ao aeroporto. Tomara que cheguemos a Seattle logo! 
- Porque ela está tão animadinha? – pensei enquanto pegava minhas malas. 
Desci as escadas vagarosamente, sem um pingo de animação e com uma cara pior do que...espera, não tinha nada pior do que a minha cara
naquele momento. Melanie me encarou por alguns segundos. 
- Sam! Porque essa cara? Se anime, nós vamos nos mudar! 
- Como você pode estar tão animada? Mamãe e papai morreram faz algumas semanas, como você acha que eu estou me sentindo, em, pote de purpurina?
Melanie fez aquela cara de cachorro abandonado que mamãe e papai nunca resistiam, mas comigo aquilo não funcionava. Ela foi em direção a porta para pegar o táxi e eu fiz o mesmo. Antes de fechar a porta eu dei uma última olhada na casa, me relembrando de tudo, todos os momentos que passei naquela casa, os piores e os melhores, suspirei e tranquei a porta. Fui em direção ao táxi, coloquei minhas malas no porta-malas, peguei meu diário, fechei o porta-malas, e mais um suspiro. Entrei no banco de traz do táxi, Melanie me encarava, olhei para a janela, observando a paisagem de Washington. Passaram-se alguns minutos e o motorista tentou puxar assunto comigo, já que Melanie pegou no sono. 
- Vocês são gêmeas né? – O que eu tive vontade na hora era de falar: NÃO, IMAGINA, ELA É UM ET QUE SE DISFARÇA DE MINHA IRMÃ GÊMEA. Mas minha tristeza não me permitiu responder. 
Ele parece que compreendeu meu silêncio e dentro de alguns minutos ele falou: 
- Chegamos. – Nesse instante olhei para o lado de fora, e lá estava "Washington Dulles International Airport” acordei Melanie, dei o dinheiro ao motorista, peguei minhas malas, Melanie fez o mesmo com as delas e fomos em direção ao aeroporto. Chegando lá fizemos o check-in e pegamos o avião com direção á Seattle.
Quando me dei conta, Melanie estava me acordando para irmos encontrar a nossa tia Lucy. Peguei no sono e nem percebi, mas chegamos em Seattle, finalmente. – pensei. 
Saímos do avião, fazia frio lá fora. E eu pensei “Droga, meu casaco ficou dentro da
minha mala
”. Quando pegamos nossas malas, a primeira coisa que eu fiz foi pegar meu casaco, óbvio, e colocar meu querido diário dentro dela. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Carly: 

Já cheguei á Seattle, estou no aeroporto pegando minhas malas do lado da chata da minha irmã, espero te ver hoje. Beijos, Sam.

Depois de mandar a mensagem, continuei a andar, seguindo Melanie, ela conhecia esse aeroporto, ela já viajou uma vez para a casa da tia Lucy, eu não quis vir. Quando estávamos indo nos encontrar com a tia Lucy, eu escutei um grito: 
- MELANIE! SAMATHA! – Olhei, era a tia Lucy, eu sabia que era ela por causa de uma foto que eu havia visto dela com a minha mãe quando eram mais jovens. Melanie saiu correndo para abraçar tia Lucy e seu marido, Greg. Eu vinha praticamente do mesmo jeito que descia a escada da minha antiga casa, totalmente desanimada. Abracei tia Lucy e seu marido dando um sorriso meio que forçado, mas com um sorriso todos
acreditam que você esteja bem, portanto, eles também acreditaram.
- Então meninas... como foi a viajem para cá? – Tia Lucy tentava puxar assunto com a gente enquanto estávamos saindo do aeroporto em direção ao carro. 
- Foi ótima, tia ! Foi ótimo termos viajado de manhã, pudemos ver tudo, a paisagem era linda! – Melanie falava com aquele tom de voz enjoativo dela, eu continuava em silêncio. – Quer dizer, eu pude ver tudo, Sam dormiu a viajem inteira. 
- Sério Sam? – Tia Lucy tentava insanamente puxar assunto comigo. Quando iria responder meu celular vibrou, somente fiz um “uhum”. Olhei na tela do meu celular e era uma mensagem da Carly! 

 Ai meu Deus! Nem acredito que você está aqui minha loira linda *-* que tal passar aqui em casa ás 15:30? Vou te mandar o meu endereço na outra mensagem, Beijinhos, Carly.

Logo recebi o endereço da Carly e percebi que ficava á algumas ruas perto da casa da tia Lucy, Greg pegou as minhas malas e as da Melanie e botou-as no porta-malas, eu entrava dentro do carro respondendo a mensagem da Carly. 
- Não se cansa desse celular não, Sam? 
- Não me enche Mel. – Continuei a escrever a mensagem. 

Nem eu acredito minha morena fatal, haha ;3 Passo sim, vou morar a algumas ruas daí, bem pertinho. Vai ter que me aturar em, rs, Beijos, Samatha.
Como eu enjoava fácil em viagens longas de carro, decidi dormir, seriam 30 minutos até chegar lá. 
Acordei com o barulho da porta batendo. 
- Te acordei Sam? Desculpas – Melanie disse num tom irônico, sorriu e começou a caminhar em direção ao nosso novo lar. 
- Sam? Chegamos. – Greg falou enquanto abria a porta do carro para mim. Eu saí do carro, me espreguicei e fui em direção á minha nova casa, á minha nova vida. O jardim da casa era impecável. Entrei dentro da casa e percebi que era linda, observando cada canto da casa pensei “Ai meu Deus”. Logo senti falta do meu diário. 
- Tia Lucy, onde estão minhas malas? – O que aconteceu comigo? Falando certinho Sam? E educadamente? Já estou sofrendo os efeitos de Seattle? – pensei e dei um sorriso. 
- Estão lá em
cima, no seu quarto. Segunda porta á direita ... O que houve? – Ela percebeu meu riso.
- Nada não tia,
só me perdi em meus pensamentos.
- huum, Sam apaixonada? – rimos juntas. 
- Tia, a senhora é bem mais legal do que eu imaginava. – SAM, O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM
VOCÊ? 
- Senhora? Não sou sua avó menina – rimos novamente – e deixa esse tia pra lá, pode me chamar só de Lucy, ou de Lu, como você preferir. E como você pensava que eu era, menina? Pensou que eu sou daquelas tias que matam os pais da garotinha pra ficar com a herança dela como nos filmes? – eu dei um sorriso e subi para o meu quarto.
 Chegando lá, tinha uma pequena plaquinha escrita “Samatha” na porta, dei um sorriso, abri a porta e adivinhe com quem eu me deparei? Sim, a insuportável da minha irmã. 
- O que você está fazendo no meu quarto, Melanie?– Observei o quarto e percebi que minhas malas estavam abertas, e o meu diário na mão dela. – VOCÊ É MALUCA? QUEM PERMITIU VOCÊ MEXER NAS MINHAS COISAS? – Alterei totalmente meu tom de voz quando a vi com o meu diário em suas mãos, meu diário era meu tesouro, meu diário era minha vida, tudo sobre mim estava nele, desde os segredos mais fracos até os que ninguém podia saber. 
- Calma, Sam, só queria arrumar suas coisas, quando você chegasse encontraria tudo arrumadinho, e porque você não me contou que passou essa dor no peito para os pulsos? – Além de ela mexer nas minhas coisas e ficar com os meus diários em suas mãos ... ELA LEU? E descobriu um dos meus maiores segredos. 
- MELANIE, SAI DO MEU QUARTO AGORA! - Falei enquanto apontava para a porta. Ela jogou meu diário em cima da cama e saiu correndo do meu quarto. Eu estava fervendo de raiva, e ao mesmo tempo, a tristeza também habitava em mim. Entrei no meu banheiro, sim, meu novo quarto também tinha banheiro, odeio dividir banheiro com outras pessoas, ainda mais a Melanie que deixava suas coisinhas rosinhas por lá quando nós dividíamos o banheiro na nossa antiga casa. Tranquei a porta do banheiro, encostei-me à parede e me deixei escorregar naquela parede fria, já sentada no chão, não resisti, só chorava. - Por que aquilo tinha que acontecer comigo? Por que meus pais tinham que morrer? Por que eu tinha que me mudar para Seattle? Por que eu tinha que me cortar? Por que a Melanie tinha que ler meu diário e descobrir meu segredo? Tantas perguntas rodeavam minha cabeça naquele instante. – Pensava nisso enquanto procurava desesperadamente pelo o que eu pensava ser minha salvação, a lâmina. Senti meu celular vibrar, deveria ser uma mensagem da Carly, olhei no relógio e eram 12h40min. Levantei daquele chão frio, lavei meu rosto, peguei meu celular que estava em meu bolso do casaco, olhei para a tela dele e sim, era uma mensagem da Carly, dei um pequeno sorriso que se desmanchou em questão de segundos, a felicidade ainda não conseguia ocupar o lugar da tristeza. Olhei a mensagem da Carly:

Estou tããão feliz que você vai vir pra cá e finalmente vamos nos conhecer *-* Que ótimo que você vai morar pertinho de mim, te aturar? Óbvio que sim, né. Haha. Beijos, Carly.

Olhei para o meu reflexo no espelho, dei um leve sorriso, parecia que estava treinando para quando descer as escadas e me encontrar com a tia, opa, a Lucy. 
Desci as escadas e senti um cheirinho de comida fresquinha. A comida da Lucy tinha realmente um cheiro bom, e esse era o ponto fraco de Samantha Puckett, a comida.
Eu descia as escadas como alguém que não comia há anos. Escutei alguns passos vindos na minha direção.
- Sam? – Lucy disse da ponta da escada – Sam, querida, pensei que estava dormindo, mas eu já ia te chamar para almoçar. – Sorri repentinamente e fomos andando até a cozinha. Observei a casa, e por um instante pensei “Cadê a Melanie?”. 
- Tia... – ela virou e me encarou, logo pensei “o que eu fiz meu Deus?” – quer dizer, Lucy.. – ela sorriu – Cadê a Mel e o Greg? 
- Eles foram no mercadinho que tem aqui perto para comprar refrigerante – fiz um “ah” baixinho – Espera, Samantha Puckett se preocupando com a sua irmã? Seattle já está te mudando? – nós duas rimos. 
- Pois é Lucy, é o poder de Seattle – Levantei as sobrancelhas e dei um sorriso. – rimos novamente. 
- Então Sam, me ajuda na sobremesa? 
- Pode ser tia. 
- Pegue os morangos que estão ali na bancada do lado do bolo, corte-os e decore o bolo. Tem chantilly do lado dos morangos também, se quiser. – Lucy falava enquanto cortava os legumes e deu um leve sorriso quando terminou de me falar o que deveria fazer, eu retribui o sorriso e fui em direção á bancada e comecei a decorar o bolo.

POV Carly. 

Ai meu Deus ! Nem acredito que é hoje, hoje que eu e a Sam vamos nos conhecer pessoalmente! E a partir de hoje poderemos nos ver todos os dias, ela se mudou aqui para Seattle e já combinamos dela vir aqui em casa, somos nada apressadas. k. É que depois desses meses sem nunca poder ver ela pessoalmente, nunca senti tanta necessidade de conhecê-la, talvez seja porque estamos tão perto! Eu ainda não sei o motivo de ela se mudar aqui para Seattle, só sei que ela e a irmã dela vão morar na casa de uma tia delas, Lucy. – Eu me perdia em meus pensamentos enquanto arrumava a sala – ding, dong – Alguém tocou a campainha“OMG, será que é ela? Mas ainda ta tão cedo!” – pensei – Olhei pelo olho mágico, mas era apenas o meu melhor amigo, Freddie. Abri a porta e deixer ele entrar.
- E aí Carlynha? – Carlynha? Nossa...primeira vez que ele me chama assim nesses 7 anos de amizade. Nos conhecemos desde quando o Freddie se mudou para cá. Sua mãe e o meu irmão ás vezes conversavam então na festa de 9 anos do Freddie, a mãe dele nos convidou para irmos, foi nessa festa que começamos nossa amizade.
- E aí Fredduardo – Eu falava enquanto terminava de arrumar a sala. Queria deixar tudo perfeito para quando a Sam chegasse. 
- Hoje tem visita? – Ele falava enquanto fechava a porta e sentava-se no sofá com o seu notebook nos braços. Olhei no relógio e já eram 14h57min. 
- É que uma amiga minha vai vir aqui em casa hoje pela primeira vez, é a primeira vez que vamos nos ver. – Falei enquanto sentava-me do seu lado no sofá. 
- Sam? 
- Ela mesma, acho que já te falei dela né? 
- Claro que sim né Carly, sou seu melhor amigo, eu sei de tudo sobre você. – Ele me deu língua, eu apenas sorri porque era verdade. – Ela vai vir te visitar? 
- Mais ou menos isso...É que ela vai morar aqui em Seattle com a tia dela, o motivo eu ainda não sei. Mas ela vai aproveitar para passar aqui em casa hoje. 
- Ah ta... – O nerd falava em tom baixinho enquanto mexia no seu notbook. 
- O que você está fazendo que nem ta me dando atenção, em senhor Benson? 
- Só estou procurando uns vídeos no youtube, olha esse – Ele virou o notbook para mim – o vídeo de um cara dançando e caindo no meio da festa – Quando ele terminou de falar, o homem caiu, foi hilário, rimos juntos e ficamos na sala conversando e vendo esses tipos de vídeos. 

POV Sam



Eram 15:03, eu já tinha almoçado e tinha acabado de tomar banho, estava penteando meus longos cachos loiros quando ouvi meu celular vibrar, ele estava em cima da minha cama, olhei para a tela e era uma mensagem da Carly. 

Hey loirinha! Espero que não se atrase em :p Beijos, Carly. 

Claro que não, acho que vou chegar até mais cedo :p Beijos, Sam.
Terminei de me arrumar, peguei meu celular e minhas pulseiras, desci as escadas. 

- Tia Lucy! Eu vou à casa de uma amiga minha, ok? 
- Ok Sam, não demore a voltar. – Quando ela falou isso eu já estava na rua a caminhar em direção da casa da Carly. Passaram-se alguns minutos e eu já estava no prédio dela, peguei o elevador e subi até o seu andar. A porta do elevador abriu-se, eu respirei fundo e comecei a procurar o apartamento “8-C, 8-C, 8-C” fiquei pensando enquanto olhava para todos aqueles apartamentos até que achei o 8-C, “finalmente”- pensei e toquei a campainha.

POV Carly



Freddie ainda estava lá em casa, olhei no relógio e eram 15:37, Sam ainda não havia chego.
- Quer chá gelado Freddie? – Falei enquanto levantava da cadeira do meu computador indo em direção á geladeira. Freddie não desgrudava de seu notebook. 
- Quero sim Carly. – Peguei dois copos e o chá gelado na geladeira, coloquei um pouco de chá em cada copo. A campainha tocou. Fui em direção á porta, quando olhei no olho mágico era... 
- A SAM!

POV Sam

- A SAM! – Escutei uma voz gritando meu nome de lá de dentro e em seguida a pessoa a quem pertencia a voz abriu a porta. 
- CARLY! – Eu gritei imitando sua voz falando meu nome. Nós duas rimos e em seguida nos abraçamos. 
- Nossa Sam, você é muito diferente do que eu imaginava!
- E você muito mais patricinha! - Nós rimos novamente.
- Entra! – Ela disse meio que ficando de lado para eu entrar. Eu entrei e me deparei com um garoto que mexia em seu notebook se levantando para vir me cumprimentar. 
- Sam, né? - Acho que a Carly já disse, quer dizer, gritou quem eu sou. – Dei um sorriso bobo e ele retribuiu, Carly nos deu língua. 
- Sou Freddie. – Ele falou enquanto apertava minha mão. Eu encarava aqueles lindos olhos cor de chocolate. Dei novamente um sorriso bobo - "Sam, que sorriso bobo é esse?" "Será amor a primeira vista?" "Não!" "Para com isso Samantha Puckett" "Amor não existe, ainda mais a primeira vista!" - Pensei nisso e muito mais enquanto apertava sua mão.
- Você não me falou que tinha um irmão Carly! – Falei qualquer coisa me virando para Carly tentando interromper o meu “hipnotismo”. 
- Ele não é meu irmão Sam, é meu melhor amigo. 
- Ah ta. – Nós rimos. 
- Quer chá gelado Sam? 
- Quero sim moreninha. 
- Pode se sentar aí no sofá se quiser. – Eu disse um “ok” baixinho enquanto me sentava o mais longe possível do Freddie, ele estava causando um efeito em mim sem explicação e mesmo longe não conseguia parar de encarar ele mexendo em seu notebook. 
- Aqui seu chá Sam. – Carly disse me entregando um copo, e eu saí daquele transe. Passei o dia na casa da Carly, nós assistimos filmes, tiramos fotos, rimos até nossa barriga doer, mas qualquer coisa que eu fazia não me impedia de pensar...nele. No garoto que eu havia conhecido na casa da Carly, que é o melhor amigo dela, e que me causou um efeito inexplicável.

POV Freddie



Eu estava na casa da Carly, alguém tocou a campainha, eu nem me importei, estava prestando atenção no meu notbook. 
- A SAM! – Carly gritou abrindo a porta. 
- CARLY! – A loira gritou imitando a voz da Carly, eu segurei-me para não rir e fui me levantando para cumprimentá-la. 
- Sou Freddie – Falei enquanto apertava sua mão e percebi que ela me encarava meus olhos de um jeito que acabei me perdendo naquela imensidão azul dos seus olhos. 
- Você não me falou que tinha um irmão Carly! – Ela falou virando para Carly. - Ufa - Pensei, se ficasse só mais um minuto encarando-a iria beijá-la, ela causou algum efeito em mim.
- Ele não é meu irmão Sam, é meu melhor amigo. 
- Ah ta. – Carly e Sam riram, eu só ficava no meu notbook, ainda mais depois de me perder naqueles lindos olhos da Sam, sentia que se olhasse somente uma vez ficaria hipnotizado. 
- Quer chá gelado Sam? – Carly falou indo em direção á cozinha. 
- Quero sim moreninha. 
Enquanto Carly pegava o chá para a Sam eu percebi que a loira não tirava os olhos de mim, dei um pequeno sorriso, então decidi correr o risco de falar com ela e me hipnotizar, quando iria olhar para ela, Carly chegou com o chá. – Droga Carly! – Pensei e dei uma pequena risada encarando o notebook.

POV Sam.



Já são 23:30, e eu estou aqui deitada na cama do meu quarto encarando o teto, pensando sobre a minha vida e sobre o meu primeiro dia em Seattle. Peguei o meu diário e comecei a escrever.


Querido diário,
Aqui estou eu, encarando o teto e tentando
escrever algo. Eu já estou aqui em Seattle, a cidade é bem bonita e divertida, tirando
o fato que a Melanie leu você e descobriu meu segredo, infelizmente. Hoje eu
fui á casa da Carly, foi realmente divertido e um tanto hipnótico. Quando
cheguei na casa da Carly tinha um garoto sentado no sofá, vou confessar que ele
realmente me chamou atenção, quando ele veio me cumprimentar eu não sei o que
houve, só sei que pela primeira vez meu coração bateu mais forte quando eu
olhei para aqueles olhos cor de chocolate, meu mundo paralisou, parecia que só
havia nós dois ali. Eu acho que estou começando a acreditar no amor.



Fechei meu diário e me deitei para dormir.





sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Leiaam isso é importante povo

Bom, devido ao fato de eu ser muito preguiçosa and lesada ( -qq' ) , não vou mais postar a fanic da MANDIE. Deixa eu explicar, a Mandie, ela fazia a fanic, me mandava, eu corrigia os erros e tals, porque ela me pedia e também porque eu queria, mas então, eu tô custando a postar a minha fic, não por falta de tempo, ou por falta de inspiração, mas sim por falta de vontade, KKK. Desculpa , eu sou viciada em tumblr, e acabo esquecendo de postar. Na verdade nem é falta de vontade, é porque eu fico entertida com outras coisas e tals, só que a fic dela não acabou gente! Vocês podem ler ela sim, na comunidade, eu postei o link no post debaixo, então, só que eu vou parar de arrumar a fanic dela, e vou parar de postá-la assim, ou seja, se você for ler lá na comunidade ( orkut ) , você vai ler do JEITO DELA, até um determinado momento, e por favor não a condenem pelo seu jeito de expressar as coisas, eu gosto muito do jeito que ela escreve, mas quando eu fui postar a fic dela, resolvi arrumar uns erros de ortografia e ela falou pra eu arrumar oque eu quiser, e se eu quiser aumentar algumas partes, foi o que eu fiz, só que agora, eu realmente não estou com muita paciência, ( sorry, não me condenem também ) e como eu disse eu sempre esqueço, e então, vocês vão ter que ir lá ler, se estiverem realmente gostando. Então é isso, eu embolo muito as coisas, mas acho que deu pra vocês entenderem o que eu queria dizer. Então né, beijos. Até mais, em breve post novo no iBelive In My Words.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Leiam.

Então amores, acho que pouca gente sabe, que eu e a Mandie estamos postando a fanic na comunidade, pra quem tem orkut, ( aposto que todos os leitores ) , entrem na comunidade, e leiam lá, porque as vezes eu posto primeiro lá, ok?. 
Aqui o link: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=100312440 
e se não achar lá no fórum as fanics, aqui o link: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=100312440&tid=5666007860681251306&na=2&npn=4&nid=  (essa é a minha) 
e essa da Mandie: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=100312440&tid=5667119647296771463


sábado, 22 de outubro de 2011

iNeed Your Help

Nome: iNeed Your Help 
Shipper: (X) Seddie ( ) Jathan
Sinopse: Eu vou cuidar de você, por que eu sei que você precisa da minha ajuda. 

Autora: Mandie 


POV SAM

Lá estava eu deitada no sofá da Carls, ela viajou, mais eu tenho a chave dela, e minha mãe e a minha irmã viajaram, então tô sozinha, bom não tão sozinha, tem um bocó no apartamento da frente, que daqui a pouco vem pra cá me encher. Escuto abrir a porta, olho para a mesma.

- E aí princesa Puckett – Freddie disse sorrindo
- Sai daqui bocó – dei a língua
- Sam eu só vim fala um “OI” não pode ser gentil pelo menos uma vez? -  ele se aproximou do sofá.
- NÃO  – eu gritei
- Eu trouxe frango frito. – ele tava com um saquinho na mão, ele balanço-o
- Ah trouxe, e daí? – fiz uma cara de bosta
- Não quer? – como ele ta insistente e chato hoje!
- Eu não vou querer isso,você deve ter colocado veneno pra eu sumir da sua vida
- Já percebi que ta de TPM. – quem ele acha que é pra falar assim comigo?
- Aff, vaza daqui e me deixa em paz
- Não. Quer saber? Eu não tenho nada pra fazer, eu vou ficar aqui um pouco. – ele foi até a geladeira, pegou um suco, e sentou enfrente o computador
- Ah não, não acredito que você vai ficar aqui para infernizar minha vida.
- Samantha...  
- Não me chama de Samantha seu Freddiesquisito! – eu gritei e me sentei no sofá
- Calma Sam! – ele deu a língua
- Eu não to calma, primeiro você entra aqui sem bater, vem me encher e agora vai ficar aqui? Vai pro seu clubinho de nerds e me deixa em paz – me levantei do sofá e cheguei perto dele
 - Pra começar, vocÊ não é balão pra eu te encher ! – ele começou a rir da minha cara foi atrás de mim, e me deu um abraço, depois ele sentou de novo enfrente o computador – Olha Sam, eu saio quando eu quiser, e a hora que eu quiser, os encomodados que se mudem!
-Aff, sai de perto de mim nerd. Vou lá pra fora, porque daqui a pouco eu vomito sangue se eu ficar aqui – fui em direção a porta
- Vai enão volta Sam, fica lá pra sempre
- Aff, cala a boca esquisito. – abri a porta
- Vai logo Samantha, anda. – ele fez uma careta
- Se quiser eu não vou, quer saber? Eu vou sim, porque eu te odeio. – peguei uma bolinha do Spencer e joguei com força nele e depois sai correndo pelo corredor.
Eu estava andando pela rua, eu estava meia tonta porque eu não comia desde de manhã, estranho porque eu sempre como algo na Carls, mais o que me deixo mal é ter brigado com o Freddie, eu gosto dele,droga, eu não pensei nisso.Atravessei a rua, tava nem aí, para o que eu encontraria, até que eu apaguei e não lembrei de mais nada.
POV FREDDIE
Essa loira realmente me estressou, pronto, agora eu estou, realmente sozinho.Por que a Carly tinha que viajar agora? Eu peguei um sanduíche na cozinha da Carls e fiquei na sala, ate que ouvi o telefone dela tocar, fui lá e atendi.
- Alô?
- É da residência dos Shay?
- Sim, por que?
- É que uma amiga de um dos Shay’s sofreu um acidente e só tem este telefone de referencia aqui, quem fala?
- F-f-fr-e-edward B-b-be-n-s-o-n - minha voz saiu gaga, eu realmente não estava acreditando no que aconteceu eu estava suando frio, eu não sei por que, ela é minha melhor amiga,não queria perdê-la.
- Então Sr.Fredward você sabe o nome inteiro dela?
- Sei sei, é Samantha Puckett , Sou Melhor amigo dela, e a mãe dela está viajando.
- Obrigada, você é o único amigo dela que está na cidade certo?
- Certo
- Posso te pedir um favor?- eu gelei nessa hora
- Sim,claro...
- Poderia cuidar da Samantha até que ela melhore?
- Posso sim- eu fiquei feliz, e com medo, ela poderia me matar, mais tava nem aí, a Sam vai ter que ter alguém para cuidar dela
– Então, tudo Bem Sr. Benson. Venha para o Hospital agora, e pode pegar sua amiga, ela já está bem,só precisa tomar uns remédios e andar de muletas por algumas semanas.
-Ok, obrigado; - nem esperei a mulher falar, desliguei, peguei meu casaco, e fui correndo para o hospital.
NO HOSPITAL
Eu fui correndo para o balcão, queria ver como a Sam estava.
- Por favor, onde a Samantha Puckett está?
- O quarto dela é o 363 Senhor. – disse a atendente sorridente
Fui correndo, bati a porta e entrei, ela estava dormindo, tinha uma poltrona e me sentei , com a esperança dela acordar.
- Carly?Spencer? Frango Frito? - a loira sonâmbula falou
- Sam? Acorda! – eu me levantei e fui indo até a cama dela.
- Freddie? O que faz aqui? – ela falou acordando
- Me ligaram para vir aqui, você sofreu um acidente, e me pediram para te levar para minha casa.
- Espera... Acidente? Sua casa? Você me levar?
- Sim, não tem nenhum outro parente seu aqui na cidade. Agora pega essa roupa - peguei uma roupa que estava encima da cadeira, alguma pessoa caridosa deixo lá – e se veste para sairmos desse lugar .
- Desde quando você manda em mim?
- Desde agora - comecei a rir e só vi ela revirando os olhos de ódio
POV SAM
Cara, o que aconteceu? Eu não lembro de nada, eu estava amando ver o Freddie ali, bem na minha frente, mais tabém tava odiando o fato de ficar na casa dele.
- Freddie sai daqui, quero me arrumar – eu disse pegando uma roupa
- Ok, tô saindo – ele saiu do quarto
Eu me vesti rápido, olhei pras minhas pernas, eu estava com um gesso, eu devo ter quebrado a perna, peguei uma muleta que estava no canto e meu celular, não sei como ele sobreviveu a isso. Saí do quarto e vi o Freddie sentado com cara de bobo olhando pra mim, que estranho.
- Vamos bocó?
- Vamos Princesa Puckett. – ele se levantou e foi até mim, estava tremendo, estava chovendo lá fora, saímos do hospital e tinha um taxi lá, entrei e o Freddie ficou lá na frente, o caminho foi tranquilo, o interessante é que eu estava quieta, nem xinguei ele, chegamos no Bushwell, ele me ajudou a sair do carro e pagou o taxista.
-Obrigado Benson. - eu disse arrumando meu cabelo.
- Por nada Puckett – ele sorriu
Fomos para o apartamento dele, eu nunca fui lá, era muito lindo, ele sugeriu que eu fosse para o quarto dele, discança-se um pouco, e lá fui eu, fiquei lá deitei, a cama dele era muito, confortável, até demais.
-Sam você tá bem? Eu trouxe um lanche para você - ele entro com meu lanche e sentou na beira da cama
- To bem, e por que esta sendo tão gentil? - peguei o lanche dele, me ajeitei na cama e comecei a comer.
- Porque você esta frágil, você sofreu um acidente, tenho que cuidar de você, e não tem nenhum parente aqui que não esteja preso - sorri
- Ah sim, entendi, e desculpa tá? – disse parando de comer
- Desculpa pelo que?
- Por eu ser uma bruta, sempre te xingar, te bater, e jogar objetos em você – sorri olhando para ele
-Ah Sam, eu te desculpo – Ele me olhou fixamente nos olhos, eu fiz o mesmo, mais eu desviei o meu olhar e continuei comendo.
POV FREDDIE
Enquanto ela comia, eu acabei entrando em transe olhando pra ela por inteiro, principalmente os seus lindos cachos bem loiros, e aqueles olhos azuis dos quais me hipnotizavam. Pra me distrair, fui pegar o notebook para ver algumas coisas do iCarly, voltei a sentar na beira da cama e continuei a observá-la como um bobo. Mal sabia eu que ela tinha percebido.
- O que ta olhando? - Falou botando o prato na bandeja. Nisso eu saí do transe.
- O que? Ah nada, nada... - Olhei para a tela do notebook e falei baixo - Só estava olhando o quanto você é bonita... - Sam leva um susto.
- Eu o que?
- Ah? Sam eu não falei nada, esta precisando dormir um pouco - Fiquei envergonhado nessa hora... Dei um beijo na testa dela e fixei nos seus olhos novamente. Porque eles me hipnotizavam daquele jeito? Eu quase a beijei! Ela havia desviado o olhar e assim saí do quarto para que ela pudesse dormir.
POV SAM
Eu estava deitada vendo TV, O Freddie não me deixava sair dali nem por um minuto, eu queria tomar um banho, mais eu não tinha roupa, ele estava na sala fazendo alguma coisa, até que eu gritei pra ele vir.
- Freddie! Vem cá agora! – gritei como se fosse uma emergência
Não demorou nem um minuto, e ele apareceu lá.
- Fala Sam.
- Preciso tomar um banho, mais eu não tenho roupa – olhei pra ele.
- Quer que eu vá à sua casa pegar algumas roupas?
- Não precisa nerd, tem um vizinho chato no lado e ele vigia tudo se você ir lá, ele é capaz de ligar para minha mãe e fala que “tinha um estranho” na minha casa.
- Ok então, vai ter que usa algo daqui - ele disse sorrindo, não entendi esse sorriso.
- Já sei, vou na casa da Carls pegar, porque não vou usar as camisolas de sua mamãe não.
- Não senhora, você vai ficar exatamente aqui.
-Mais o que eu uso? Vou fica nua? - depois disso eu vi um olhar malicioso nele.
-Não, olha você pode usa uma blusa minha, eu sou maior que você, então obviamente minhas blusas são grandes, e você pode usá-las para dormir.
Olhei pra ele e comecei a rir .
- Eu, usar uma roupa sua? Você ta doido né?
- Não Sammy, só estou sendo agradável, e eu juro que vai tampar tudo.
- Ta bom, me dá logo essa coisa.
- Espera, vou pegar -  ele foi até o closet pegou uma blusa e me deu
 - Toma.
- Obrigado - eu disse sendo gentil, opa eu fui gentil? Nossa estou mudando!
Eu me levantei com dificuldade fui para o banheiro tirei minha roupa com dificuldade também, tomei um banho com cuidado , terminei, vesti a blusa do Freddie, awn que cheiro gostoso de nerd, olhei para o espelho arrumei o meu cabelo sai do banheiro, eu tentei ser rápida pra chegar na cama antes de eu me deitar, o ele entrou  no quarto gritando e rindo.
-AAA,que susto nerd  você realmente não tem medo de morrer né?
POV FREDDIE
Wow, o que é aquilo? É a a Samantha? Eu nunca a vi assim, minha primeira vez, cara eu só via ela com as roupas normais dela, tipo um short com uma blusa qualquer, assim realmente, ela estava... Gostosa, eu mordi meu lábio e criei forças pra fala com ela
- Não Sam não tenho medo de morrer - olhei pra baixo percebi um volume na minha calça, OK eu nunca imaginei que eu ficaria excitado pela a Sam, eu me sentei para disfarçar e fiquei olhando ela se deitando na minha cama, eu acho que tinha uma coisa dentro de mim que a desejava, eu tinha que me segurar, eu nunca fui assim, porque isso veio acontecer logo comigo agora?  Ok,vamos admitir Freddward você à ama muito você daria a vida por ela, claro que você está amando ver isso.
- Freddie – Sam falou já deitada
- Fala Sam - fui ate ela e me sentei rapidamente
- Ér, posso ligar pra Carls?
POV SAM
- Porque? - ele disse me olhando fixamente, eu senti que ele queria algo mais não sabia exatamente o que era.
- Saudades dela - depois disso ficamos em silêncio
Por mais ou menos 2 segundos, só que eu senti nossos rostos se aproximando devagar, logo senti a respiração dele, isso estava me excitando, até que senti nossos lábios, foi um beijo intenso mais ao mesmo tempo apaixonado, duro mais ou menos 10 segundos depois disso olhei pra ele com um olhar tímido.
- Freddie, o que foi isso?
- Um beijo? - ele disse sarcástico
- Você não tem medo de morrer né?
- Não mais, eu a... - nisso escutei o celular dele tocar, ele saiu do quarto para atender, eu estava confusa, ele ia dizer mesmo aquilo? Ah,deixa, ele podia dizer “eu amassei banana você quer?” ou sei lá, ele podia falar qualquer coisa menos “eu amo você”.
- Voltei e o telefone é pra você - ele me entregou sorridente e saiu do quarto
-Alô? - eu disse
-Heeeeeeeeeeey Saaaaaam. – era a Carly, ela disse toda alegrinha em me ouvir
- CARLY? É você? - eu disse sorridente
- Não imagina, é o Papai Noel - ela disse sarcástica
- Awn  que saudade da minha Papai Noel - eu disse rindo
- Papai Noel? É mamãe Noel, se comporta ou não terá presente este ano.
- Eu sempre me comporto – disse rindo, nossa, sempre me comporto? Ok, você senhorita Samantha não se comportou agora, o que você fez? BEIJOU O FREDDIE, ah...
- Sempre se comporta... Sei... SAM? Você está aí garota? – Carly estava confusa
- Ah, estou sim, desculpa, me distraí – soltei um risinho para dissimular...
- E aí o que andou fazendo sem mim? O Freddie já me contou sobre o seu acidente, está melhor?
- Ah, estou levando, e não andei fazendo nada além de ser acidentada e de ficar confusa e... só, isso ... é SÓ ISSO  – Deus,  fiquei muito nervosa agora, a Carly não pode nem deve saber do que aconteceu, em fato... nem foi importante pra mim.. Ok, só um pouco, ainda estou no choque.
- Sam... porque ficar confusa? Aconteceu algo? – Meu coração pulou e me fez lembrar que eu havia beijado o Freddie, denovo.
- Ah... é... – Pensei em uma coisa qualquer – Fiquei um pouco confusa por que... Porque eu bati a cabeça oras! Ai os meus pensamentos ficaram um pouco desordenados – Torci pra que ela acreditasse
- Hum, bateu foi? Não machucou?
- Não, acho que só fez um galo.
- Ah ta, pensei que tivesse... tipo, beijado o Freddie e tava com vergonha de contar – Começou a rir. Pense numa pessoa que ficou paralisada olhando pro nada. Como ela sabia? Intuição boa que ela tinha, que coisa. – Sam? – me chamou e eu saí do transe
- Oi, oi, tô aqui, me distraí de novo – soltei uma risada abafada
- Com o que você tanto se distraí? O Freddie ta fazendo striptise pra você? – Imaginei ele fazendo isso e mordi os lábios – SAM ELE TA FAZENDO STRIP PRA VOCÊ?! – Começou a rir
-Aff Carly, não berra no telefone mulher! – Comecei a rir também – Claro que ele não ta fazendo strip aquele nerd gordo – gostoso – pensei
- Eu sei sua doida, ok, Sammy, agora eu vou ter que desligar, tchau, se cuida pessoa que talvez ganhe presente no natal – Risos.
- Ta bom Papai Noel que é uma Mamãe Noel, eu quero meu presente! – Ri
– Pode deixar – ela desligou, logo depois desliguei também.
Minha tarde foi um verdadeiro tédio, não podia me mexer direito, não podia fazer quase nada, de dez coisas que eu fazia eu só podia fazer uma, ver TV era uma delas, como sempre, pra variar, era a única coisa que tinha pra fazer lá... já que aquele nerd chato... fofo... atencioso... carinhoso... e... para tudo agora! Sam você esta pensando no... FREDDIE?! Não, não pode... Ah a quem eu quero enganar, eu estou sim... que saco de vida... mas eu vou parar... prometo. Eu acho... não, não posso prometer alguma coisa que meu coração não deixa. Aff que coisa mais complicada senhor. Enquanto eu via TV quase dormindo, Freddie entra, mais fingi que não o vi entrar e continuei com os olhos na TV, meu coração havia acelerado. Porque eu tinha que sentir isso? Logo por ele? O menino que eu tanto odiava desde sempre? Era um choque até pra mim mesma.
Eu me mordia pra não olhar pra aquela cara de nerd bochechudo fofo... mas era inevitável... seus olhos castanhos um pouco puxados me hipnotizavam... mas não o olhei, quando percebi, só o vi caindo em cima de mim com cara de assustado do tipo “não me mata”.
POV FREDDIE
Assim que entrei, vi a Sam distraída vendo TV, ela nem me olhou, era como seu eu fosse invisível, mas ao mesmo tempo parecia que ela não queria me ver, ok né, mas eu acabei tropeçando em um sapato dela que estava na frente da cama e nem vi, acabei indo parar onde? Pois é em cima dela, não sei como que eu acabei caindo em cima dela, eu estava com medo de apanhar mais ao mesmo tempo gostei de ter caído.
- Fredward Benson, o que pensa que esta fazendo? – Sam falou comigo gritando. Saí do transe e a vi com cara de brava, arrepiei dos pés a cabeça com medo de não sair dali vivo mais algo me impedia de não querer levantar.
- Ah eu tropecei no seu sapato, desculpa – fechei os olhos.
- Tudo bem – Ela respirou fundo – Agora sai de cima de mim fazendo o favor. - Meu Deus ela não me bateu! Minhas preces foram atendidas! Olhei para aqueles olhos azuis que me deixavam com vontade de beijá-la, cheguei bem perto dela, fechei os olhos mais saí de cima dela disfarçando.
POV SAM
Senti sua respiração quando ele havia chegado perto de mim, eu fechei os olhos mais quando vi ele tinha saído de cima de mim e ido pro notebook, ainda bem, se não eu provavelmente iria beijá-lo de novo, pra variar, ai senhor. Continuei vendo aquela coisa de programa já que não estava passando nada que prestasse.
- Sam, onde eu vou dormir?
- Eu vou saber? – Troquei aquela porcaria de programa
- Eu não tenho outro colchão. – Sorriu bobo
- Vai dormir no sofá – Mentira dorme comigo
- Eu não, ele é duro. E sofá não foi feito pra dormir
- Porém é lá que os maridos dormem quando brigam com a mulher
- Isso é verdade. Mais a gente não é marido e mulher. – Se bem que eu gostaria de dormir com você – pensou ele
- Eu sei que não seu nerd chato, vai dormir com a mãe já que não ta afim de dormir sozinho e o sofá é duro demais pra você.
- Aff Sam. – falou baixo: não posso te deixar sozinha...
Ta bom eu ouvi essa por mais que fosse baixo, mais fingi que não ouvi pra ver o que ele dizia.
- O que? – Ele me olhou com cara de assustado pensando que eu o ouvi, e eu realmente o ouvi.
- É... é... não  é nada demais, pensei alto – Voltou a olhar pro notebook envergonhado.
- Ah... – O olhei desconfiada – Ta bem – Troquei de canal de novo – Que porcaria de programa, tem nada passando que preste.
- Sam... – Ele falou. Meu coração pulou nessa hora
- O que? – Nem olhei pra ele
- Posso? – Falou tão baixo que eu nem o ouvi. Tentei entender mais não consegui.
- O que?
- Posso? – Dessa vez falou mais alto – Dormir aqui? – Ficou fitando as teclas do note
- Ah... pode... e deve o quarto ainda é seu pelo o que eu me lembre... Não? – Ele me olhou
- É... Mas pensei que você não iria querer que eu dormisse aqui... – Ele tinha razão... Mas fazer o que, eu não tinha mais noção do que estava fazendo, estava falando as coisas por impulso, não era a minha mente que estava comandando meus sentidos e sim meu coração, se duvidasse daqui a pouco eu poderia fazer alguma coisa que depois eu poderia me arrepender depois... Ou não...
– Mais vai dormir onde?
- Ah...
- No chão – Afirmei
-Não, vou pegar um colchão – Se levantou e foi para a porta
- Mais você disse antes que não tinha colchão pra você – Falei antes dele sair
Ele simplesmente sorriu e saiu do quarto.
POV Freddie
Fui ao quarto de minha mãe para pegar o colchão dela, joguei tudo que estava lá no chão não me importando, só que, aquilo era muito pesado, bom eu sou forte, mais aquilo era muito pesado e eu não iria conseguir pegar, desisti de pega, vi a bagunça no chão que eu fiz, nem liguei, voltei pro quarto bufando.
-Que foi Freddie? - disse a Diaba loira
- Nada...
- Cadê o tal colchão? - ela me olhando
- Bom ele era muito pesado então... Vou ter que dormir contigo - olhei pra baixo
 POV Sam
Oh não, Freddie? Dormi em minha cama? Não acredito né, também ele é muito frangote, não consegue levantar um simples colchão.
- Ah... mas Freddie essa cama não é um pouco pequena? - eu disse meia nervosa e me esparramei pela cama toda
- Sam, deixa de frescura, eu não vou fazer nada contigo, e mais... Porque eu faria algo COM VOCÊ? Só se eu quisesse morrer - ele disse indo se sentar na beirada da cama
-Tá bom Freddie, mas se você tocar esses dedos tecnológicos em mim, prepare-se para morrer - disse fuzilando ele, e ele riu.
- Aiai Sam... Eu irei tomar banho - disse ele se levantando e pegando seu roupão e indo pro banheiro
- Ok... - disse baixinho
Eu fiquei vendo Tv, mais tudo era chato, ate que coloquei num canal de Videoclipes, fiquei vendo, que não tinha nada que prestava, isso estava me dando fome e sono, mais não podia me levantar.
POV FREDDIE
Tirei minha roupa e liguei o chuveiro, deixei a água percorrer pelo meu corpo, minha nossa, eu realmente não estava acreditando, eu beijei a Sam, vou dormi na mesma cama que ela, não vou poder fazer nada, estou cuidando dela, mas que dia mais estressante hoje hein, desliguei o chuveiro, coloquei meu roupão, sai do banheiro e avistei a Sam, a minha loirinha, a pessoa que eu mais amava na vida, ali sentada com cara de tédio vendo um canal de Clips, eu me virei para o meu armário que ficava ao lado do banheiro peguei minha cueca e shorts, coloquei, bom eu não durmo mais de pijama, já sou um homem, não durmo de pijama né, tirei o roupão, coloquei na janela para secar um pouco fui até o Sam, ela me olho com uma cara de “nossa” mais eu nem liguei eu me sentei no lado dela.
-Hey... Que musica é essa?- eu disse a olhando
-Ah, Love You Like a Love Song, da Selena Gomez - ela me olhou, eu olhei para ela, a olhei nos olhos, em instantes me perdi nesses olhos azuis, de repente acabo a luz, ficamos no escuro, neste mesmo estante a Sam grito com medo e se seguro em mim, eu sorri que nem um bobo.
- Sam, Sam fica calma, olha vou pega uma lanterna- eu me levantei, procurei meu celular, peguei o mesmo, liguei a luz e comecei a procura uma lanterna minha, quando achei, liguei ela, e voltei correndo, pulei na cama, olhei pra minha Princesa e disse; - Você esta bem Sam?  -olhei pra ela, colocando a luz da lanterna na cara dela.
- Primeira coisa... Tira essa luz da minha cara segundo, sim estou bem, isso só foi um susto, não gosto muito do escuro - ela disse abaixando a cabeça.
Tirei a luz da cara dela.
- Ta bom Puckett, o que quer fazer agora?
- Não sei talvez sair daqui e comer?
- Isso é realmente impossível - eu ri.
- Sem graça - ela riu me batendo de leve no ombro
- Já sei - peguei meu celular coloquei qualquer musica, deixei alta a musica. - PRONTO, agora temos algo pra ouvir - sorri.
- Aiai, ta bom né, que tal brincamos de verdade ou desafio?
- Mais só com duas pessoas? - eu disse
- Não imagina Freddie, tem eu, você dois fantasmas ali no fundo, o Papai Noel, minha avó, sua mãe e meu sapato, que tal? - disse a loira sendo SUPER sarcástica
-Tá bom, vamos. - me sentei na frente dela, peguei uma caneta, rodei a mesma na cama – Ok você pergunta pra mim - eu disse sorrindo.
-Ok nerd, verdade ou desafio?
- Verdade - disse sorrindo
-Ok, você está amando alguém, e quem é?
Meus olhos arregalaram fiquei nervoso, eu não sabia se falava a verdade ou se mentiria a olhei no fundo dos olhos e criei coragem e disse: - ok, estou Loucamente apaixonado, pela minha melhor amiga que me odeia, Sam eu te amo –olhei pra baixo, minhas mãos suavam frio, eu não queria ter falado isso, eu olhei para ela, e vi a com cara de choque, voltei a olhar pra baixo esperando ela falar algo.

Pronto me desabafei, não sei se foi certo fazer isso, então eu saí da cama e fui para a janela.

POV SAM

OMG!Eu não acredito,ele disse mesmo isso?Mas... eu fui a pessoa que mais causou dor emocional e física nele, caramba... Bom Samantha se acalme.
Eu me levantei com dificuldade e peguei minha muleta, fui até ele.

- Freddie... você não está de brincadeira comigo né?
- Não Sam, não estou - ele olhou para mim com os olhos brilhando, mas com um semblante triste - Você é a minha vida Sam, eu te amo, sem você eu não vivo, eu fiquei desesperado quando você sofreu esse acidente, se eu te perdesse eu não sei o que seria de mim - ele disse me olhando nos olhos, nisso meus olhos se encheram de lágrimas, nunca pensei que isso aconteceria, eu apenas o puxei com tudo e o beijei denovo, foi um beijo muito romântico, paramos e nos olhamos nos olhos.

- Freddie, eu.. estou sem palavras, eu sempre te machuquei, te xinguei te fiz mal, e no final das contas, você me ama.

- Sam, mesmo você fazendo essas coisas, meu coração sempre bateu por ti. - ele disse olhando pra baixo.
- Freddie, só vou te dizer uma coisa, na verdade, ultimamente, eu tenho ficado estranha, sabe, quando eu te via meu coração acelerava, eu tinha vontade de te abraçar, e isso nunca foi comum em mim, não sei muito bem se é amor mesmo, ou só gostar – olhei com uma cara bastante séria e melosa pra ele
Ele me olhou com os olhos marejados
- Entendo Sam, eu entendo. 
- Olha, vamos combinar uma coisa?
- Diga
- Vamos se aproximar mais, e não iremos contar a ninguém muito menos a Carly, sobre o que aconteceu, ok? - eu disse respirando fundo e olhando para ele
-Tá bom. - ele saiu da janela e se sentou na cama.

Depois disse não se falamos mais, a luz não tinha voltado ainda, eu me deitei e dormi , dormi com fome ainda, isso é muito cruel.



POV FREDDIE
Eu não consegui dormir, talvez só tivesse cochilado, mas dormir mesmo não, eu não parava de pensar no que aconteceu ontem, eu falei o que sinto a ela, e ela não sabe direito o que sente por mim, eu sou um pateta eu me levantei eram mais ou menos oito horas, fui para a cozinha, abri a geladeira, só tinha um bolo gordo e um ovo, e o resto são “marmitinhas da mamãe” que ela deixou para mim, mais eu não irei comer isto, tem gosto de vomito, então eu resolvi frita um ovo para mim e o bolo gordo deixei para Sam, então peguei meu notebook fiquei mexendo, vendo coisas para iCarly e também estudando um pouco, assim passaram-se horas já eram dez horas, e escutei a Sam gritando com a perna dela –“perna maldita você tinha que ter quebrado? Agora tenho que andar com essa muleta dos infernos “-.
Ela desceu com um sorriso no rosto.
- Bom dia bestfriend. – espera, espera, eu to enganado , ou ela me chamou de bestfriend?!
- Bom dia Sam 
- O que que tem pra comer? - ela passou a mão na barriga
- Bolo gordo , pega lá na geladeira - eu disse apontando pra geladeira
Ela foi correndo com as muletas dela pra geladeira e pegou o bolo gordo dela e comeu e depois sentou ao meu lado
- Nerd, na sua geladeira tem nada é melhor irmos ao mercado 
- Mas Sam, não quero sair, eu to estudando – inventei uma desculpa
 Assim que falei isso ela fechou o meu notebook com tudo 
- Pronto agora não está mais, vamos Freddie, se não você vai morrer de fome e de preguiça.
Eu revirei os olhos   
- Ta bom Sam vamos.
Eu e ela fomos para o quarto, eu peguei uma roupa e fui pra o banheiro da minha mãe me arrumar e ela ficou no meu banheiro mesmo, depois de 10 minutos estávamos, prontos peguei a minha carteira e a chave do carro da minha mãe, descemos para o estacionamento e abri porta pra Sam depois entrei no carro, e comecei a dirigir. 
- Cadê sua carteira de motorista? – ah não, a Sam perguntando isso?! HAHA, só pode ta de brincadeira, desde quando ela é preocupada comigo? Desde quando ela liga?! 
- Eu não tenho – só faltava eu dar uma gargalhada que desse pra ouvir lá no Brasil, mas segurei o riso
- Ui fora da lei. - ela riu.
Chegamos ao mercado mais próximo, estacionei o carro e saímos do mesmo, mesmo com a perna quebrada a Sam pelo menos tentou correr pra pegar um carrinho grande, entramos no mercado, e tinha uma multidão em volta de uma loja dentro do mercado, entramos lá e um cara de bigode engraçado esta anunciando alguma coisa.
- Quem acertar quantas bolas de gude há dentro dessa garrafa gigante, irá ganhar uma passagem com direito a acompanhante para um Cruzeiro pela Europa - o cara de bigode engraçado falou
- Vai Freddie participa disso aí, quem sabe você ganha – ela me sacudiu com um enorme sorriso no rosto, e eu fiquei até com cara de bobo.
- Eu não, porque eu participaria? Nunca tive sorte com essas coisas.
- Porque é uma viagem para Europa, e é um cruzeiro , por favor vai. – ela fez um biquinho tão lindo, que eu não , fui lá na frente, olhei para a garrafa, fiz minhas contas, e disse:
- Aqui há 132.575.586.33 Bolas De gude – eu disse sorrindo - o cara do bigode abriu a boca, supreso e exclamou - VOCÊ ACERTOU CERTINHO, Bom pra começarmos, qual é o seu nome?
- Freddward Benson - sorri
- Então vai ali naquele caixa e retire sua passagem, e quem vai levar?
- Eu vou levar minha melhor amiga Samantha Puckett sorri e fui para o caixa, a Sam foi junto e demos nossos dados e tudo, depois retiramos nossa passagem e eu coloquei dentro da minha carteira, enfim, depois disso fomos fazer uma compra básica, depois voltamos para casa e arrumamos tudo. Fomos à casa da Sam pegar suas roupas e tudo que ela precisa , voltamos a minha casa, depois na hora do almoço estávamos com preguiça, pedimos comida chinesa, comemos, nós estávamos se dando bem, parecia até que nada houve ontem. 


POV SAM
Eu estava animada para este cruzeiro, estava tão animada que esqueci o que houve ontem, na verdade não esqueci, eu só anulei, estou me dando um pouco melhor com o Freddie.
SOME DAYS LATER 
- Finalemte sábado - eu gritei na cama quando despertador me acordo as seis horas.
- Sim - disse o freddie sonâmbulo coçando os olhos
- Vamos, vamos acorda – eu o sacudi, com a intenção de fazê-lo acordar 
- Já estou acordado Sam – ele fez a cara mais de bosta possível e eu parei de sacudi-lo
Eu me levantei, e já tinha me acustumado com a minha perna engessada, mais o medico disse que como não foi grave ia ficar só uma semana , então fui tomar um banho rápido, coloquei um vestido azul escuro que é lindo e uma sandália estilo gladiadora preta. Arrumei meu cabelo e fiz minha higiene matinal, sai do banheiro e vi o Freddie colocando as ultimas coisas na mala, ele já estava arrumado e com cheiro muito bom de perfume.
- Pronto, vamos?
-Calma, só tenho que pegar uma coisa e fechar as coisas daqui.
- Ta bom vai logo – confesso que eu estou ansiosa pra caramba. 
Ele pegou a chave do apartamento, pegou nossas malas e desceu para a sala, o interfone tocou. Atendi , era o taxi, eu falei que íamos descer logo, eu desci primeiro e coloquei minha mala no taxi, depois ele desceu e fez o mesmo e fomos para o aeroporto. Chegando lá pegamos nosso voo para São Francisco. 
Assim que pegamos nosso voo sentamos em nossa cadeira, ficamos conversando sobre coisas variadas, depois de uma hora, chegamos a São Francisco.
- Chegamos amem – Sam modo ansiosa ligado again
Ele se levantou, e eu fui atrás em seguida, pegamos nossas malas. Chamamos o primeiro taxi que vimos, Freddie pediu pro motorista nos levar até o porto. Chegando lá, entregamos nossos passaportes e eles, entramos no navio, que estava lotado, mas por fim, chagamos a nossa cabine, eu entrei correndo, me joguei na única cama que tinha, olhei praquela cabine minúscula.
- Opa, opa, opa. Vamos ter que dormir juntos denovo? Ah, lembrando, esse quarto além de ser minúsculo, é muito lindo. Olhei pro meu Freddie, que estava colocando as malas num canto, depois sentando na cama de casal mais fofa que eu já tinha me apossado, quer dizer, aquela cama, e a do Freddie.